segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Como surgiu o costume de apagar velas em bolos de aniversário ?

Birthday_2011

Foi na Grécia antiga, em homenagem a Artêmis, deusa da caça, reverenciada no sexto dia de cada mês. Segundo a mitologia, essa divindade era representada pela Lua, a forma pela qual protegia a Terra. O bolo redondo, coberto de velas acesas, simbolizava a lua cheia. O mesmo costume reapareceu, não se sabe como, entre os camponeses alemães do século XIII, que inventaram a kinderfeste (festa infantil). Essa comemoração começava ao raiar do dia, quando as velas eram acesas e a criança acordava com a chegada do bolo. Havia sempre uma vela a mais do que a idade da criança, significando a luz da vida. O aniversariante tinha de apagar todas as velinhas de uma só vez, fazendo um pedido, que só se realizaria se fosse mantido em segredo.

Fonte: Mundo interessante


O que é Captcha?

Captcha é aquele famoso trecho distorcido que aparece em alguns momentos na web, para provar que você é ''humano''. Isto certamente toma o tempo de muitas pessoas e por isto foi feito um projeto, na verdade, uma ideia genial, de agrupar estas palavras para formar algo útil a sociedade.
O projeto esta em funcionamento desde 2009, tem o nome de Recaptcha que auxilia na digitalização da arte literária e, portanto, contribui para ampliar a acessibilidade ao conhecimento humano.Veja como:
http://literatortura.com/2013/08/voce-sabia-que-o-captcha-que-voce-digita-na-internet-pode-ajudar-a-mudar-o-mundo/#.UiRuILJlRZo

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Arte das Ruas.

Não diferente das demais formas de artes, a arte nas ruas desperta a atenção de muitos e, sem dúvidas agrada a todos que por ela passa.
Ruas repletas de palhaços, músicos, mágicos e outros que ganham seu dinheiro de modo honesto, fazendo da rua seu palco.
Infelizmente, tais artistas não são reconhecidos como deveriam, nem valorizados o suficiente.
Veja algumas formas de arte que essas pessoas produzem:


Músicos de Rua




Estátua Viva.
Bateristas usando de seus recursos básicos para a produção de suas músicas.


Estes são alguns dos vários movimentos artísticos que se encontram pelas ruas de São Paulo,se espera apenas a maior valorização desta bela arte e que cenas de desrespeito não mais ocorram. 



Afinal,a arte deve ser levada a todos,e estes,que fazem da rua um palco,apenas embelezam a vida,que nada seria sem arte!

Por fim,não apenas imagens,mas fique também com um vídeo,que prova o talento destas pessoas,o projeto  foi produzido nos Estados Unidos,várias músicos de rua foram reunidos,para juntos formarem esta bela apresentação:



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Desvendando o Sorriso Enigmático.

Foto: Desvendando o Sorriso Enigmático.

Um dos quadros mais conhecidos de todo mundo, a famosa “Monalisa” (obra de Leonardo Da Vinci), vem encantando gerações, desde que foi adquirido pelo rei Francisco I da França, no início do século XVI. Até hoje persistem inúmeras especulações sobre quem teria posado para a tela do pintor florentino: alguns acreditam que foi a mulher do mercador de seda Francesco Del Giocondo, Lisa Gherardini; outros, que foi o próprio Leonardo Da Vinci. Isso, aliado à áurea de mistério envolvendo o enigmático sorriso da tela, seus olhos que parecem fitar o indivíduo de que qualquer ângulo que este olhe, mais o cenário do quadro, compõem uma deliciosa e irresistível mistura de genialidade e arte que, provavelmente, jamais deixará de sair do gosto popular. Entretanto, tanta especulação pode finalmente estar perto de alcançar o seu desfecho: em julho de 2012, foi veiculado na mídia que os ossos de três mulheres foram encontrados no convento de Santa Úrsula (Florença), sendo que o de uma delas pode ter pertencido a Lisa Gherardini. Agora, um importante passo nessa pesquisa acaba de ser tomando.

Nesta última sexta (09/08), a cripta que contém os remanescentes humanos da família de Lisa, ou seja, de seus dois filhos e marido, localizada na igreja Santíssima Anunciação (também no mosteiro de Santa Úrsula), foi aberta para coleta de material que será utilizado em testes de DNA envolvendo as ossadas das três mulheres encontradas no ano passado, na esperança de identificar a presumível modelo da “Monalisa”. Segundo Silvano Vicenti, arqueólogo responsável pela investigação,

“Os restos [das mulheres encontradas no mosteiro] foram submetidos ao teste de carbono 14 para vislumbrar o período histórico a que pertencem, a um exame histológico para verificar a idade dos corpos, a um teste de metais pesados para individualizar a possível presença de doenças e a testes de DNA”.

De acordo com os relatos históricos, após a morte do marido, Lisa Gherardini viveu no convento de Santa Úrsula até sua morte, em 15 de Julho de 1542, aos 63 anos. Desse modo, é quase certo que ela tenha sido enterrada no convento, e se os exames de DNA conferirem com os dos ossos encontrados nessa sexta passada, então Lisa finalmente terá sido identificada.

Contudo, não é certo que a esposa do mercador Francesco Del Giocondo tenha sido a modelo que inspirou Da Vinci para sua famosa obra. Esse fato, por sua vez, só será esclarecido depois de ser feita uma reconstrução facial do crânio de Lisa, que é um dos objetivos da pesquisa desenvolvida por Silvano Vicenti. Outra parte no projeto do arqueólogo é trazer a “Monalisa” para a Itália, a fim de participar das comemorações pelo centenário da recuperação da obra em Florença no ano de 1913, após ter sido roubada do Louvre dois anos antes por um funcionário do museu. Nesse caso, se for mesmo comprovada cientificamente que foi Lisa Gherardini a mulher que posou para a tela de Leonardo, então o mistério que rendeu tanto falatório e foi tema de diversos livros terá parcialmente chegado ao fim, uma vez que ainda restará o enigma do sorriso, dos olhos e do cenário, ainda a exercer muitos pontos de convergência e divergência entre historiadores da arte e demais apreciadores desta obra.

Fonte: causasperdidas.literatortura.com
Texto: Renato Drummond

CLC, Cliscério Uchôa
CDC Mundo Interessante

Um dos quadros mais conhecidos de todo mundo, a famosa “Monalisa” (obra de Leonardo Da Vinci), vem encantando gerações, desde que foi adquirido pelo rei Francisco I da França, no início do século XVI. Até hoje persistem inúmeras especulações sobre quem teria posado para a tela do pintor florentino: alguns acreditam que foi a mulher do mercador de seda Francesco Del Giocondo, Lisa Gherardini; outros, que foi o próprio Leonardo Da Vinci. Isso, aliado à áurea de mistério envolvendo o enigmático sorriso da tela, seus olhos que parecem fitar o indivíduo de que qualquer ângulo que este olhe, mais o cenário do quadro, compõem uma deliciosa e irresistível mistura de genialidade e arte que, provavelmente, jamais deixará de sair do gosto popular. Entretanto, tanta especulação pode finalmente estar perto de alcançar o seu desfecho: em julho de 2012, foi veiculado na mídia que os ossos de três mulheres foram encontrados no convento de Santa Úrsula (Florença), sendo que o de uma delas pode ter pertencido a Lisa Gherardini. Agora, um importante passo nessa pesquisa acaba de ser tomando.

Nesta última sexta (09/08), a cripta que contém os remanescentes humanos da família de Lisa, ou seja, de seus dois filhos e marido, localizada na igreja Santíssima Anunciação (também no mosteiro de Santa Úrsula), foi aberta para coleta de material que será utilizado em testes de DNA envolvendo as ossadas das três mulheres encontradas no ano passado, na esperança de identificar a presumível modelo da “Monalisa”. Segundo Silvano Vicenti, arqueólogo responsável pela investigação,

“Os restos [das mulheres encontradas no mosteiro] foram submetidos ao teste de carbono 14 para vislumbrar o período histórico a que pertencem, a um exame histológico para verificar a idade dos corpos, a um teste de metais pesados para individualizar a possível presença de doenças e a testes de DNA”.

De acordo com os relatos históricos, após a morte do marido, Lisa Gherardini viveu no convento de Santa Úrsula até sua morte, em 15 de Julho de 1542, aos 63 anos. Desse modo, é quase certo que ela tenha sido enterrada no convento, e se os exames de DNA conferirem com os dos ossos encontrados nessa sexta passada, então Lisa finalmente terá sido identificada.

Contudo, não é certo que a esposa do mercador Francesco Del Giocondo tenha sido a modelo que inspirou Da Vinci para sua famosa obra. Esse fato, por sua vez, só será esclarecido depois de ser feita uma reconstrução facial do crânio de Lisa, que é um dos objetivos da pesquisa desenvolvida por Silvano Vicenti. Outra parte no projeto do arqueólogo é trazer a “Monalisa” para a Itália, a fim de participar das comemorações pelo centenário da recuperação da obra em Florença no ano de 1913, após ter sido roubada do Louvre dois anos antes por um funcionário do museu. Nesse caso, se for mesmo comprovada cientificamente que foi Lisa Gherardini a mulher que posou para a tela de Leonardo, então o mistério que rendeu tanto falatório e foi tema de diversos livros terá parcialmente chegado ao fim, uma vez que ainda restará o enigma do sorriso, dos olhos e do cenário, ainda a exercer muitos pontos de convergência e divergência entre historiadores da arte e demais apreciadores desta obra.


Fonte: Mundo Interessante.

Mistério: O lago Hillier

O lago Hillier, uma das maravilhas naturais da Austrália, tem uma característica tão distinta do restante do arquipélago que fica difícil para quem sobrevoa o local não tomar conhecimento: sua cor rosa, num tom bastante extravagante. A cor da água é permanente, uma vez que não se altera nem quando a água é recolhida num recipiente.

O lago tem cerca de 600 m de comprimento e é rodeado por uma borda de sal branco e uma floresta densa de paperbark e eucalipto. Uma estreita faixa de terra composta de dunas de areia cobertas por vegetação separa o lago do Oceano Antártico.

A razão para a cor do lago ainda está sob investigação e até agora nenhum pesquisador chegou a uma explicação razoável. No entanto, a explicação mais provável de acordo com alguns cientistas envolve as baixas concentrações de nutrientes e o crescimento de algas como a Dunaliella salina e a Halobacterium, encontradas no local.

Viajantes do mundo, se alguém beber essa água, nos conte o gosto? 


Foto: O lago Hillier, uma das maravilhas naturais da Austrália, tem uma característica tão distinta do restante do arquipélago que fica difícil para quem sobrevoa o local não tomar conhecimento: sua cor rosa, num tom bastante extravagante. A cor da água é permanente, uma vez que não se altera nem quando a água é recolhida num recipiente.

O lago tem cerca de 600 m de comprimento e é rodeado por uma borda de sal branco e uma floresta densa de paperbark e eucalipto. Uma estreita faixa de terra composta de dunas de areia cobertas por vegetação separa o lago do Oceano Antártico.

A razão para a cor do lago ainda está sob investigação e até agora nenhum pesquisador chegou a uma explicação razoável. No entanto, a explicação mais provável de acordo com alguns cientistas envolve as baixas concentrações de nutrientes e o crescimento de algas como a Dunaliella salina e a Halobacterium, encontradas no local. 

Viajantes do mundo, se alguem beber essa agua, nos conte o gosto?


Fonte: Mundo Interessante.

Inscrições da Unicamp abertas: veja o manual do aluno aqui



Finalmente, estão abertas as inscrições para o vestibular de 2014. As inscrições começaram hoje e terminam no dia 13 de setembro.
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está oferecendo 3.460 vagas e 69 cursos.
A inscrição é feita pela internet e a taxa custa R$ 140,00.

Para conhecer os cursos e ver a lista de livros obrigatórios, veja o Manual do Candidato: http://www.comvest.unicamp.br/vest2014/vest2014.html

Boa sorte!

A Máscara da infâmia.

Este instrumento portátil de tortura era muito popular na Inglaterra e na Escócia durante a década de 1500. As mulheres usavam uma “gaiola” trancada em torno da cabeça como punição por chatear e fofocar com muita freqüência. Anexado a este focinho de ferro havia uma placa de freio inserida na boca da mulher para, literalmente, dominar sua língua traiçoeira. A maioria destes metais continha “pregos”. Os menores eram um leve desconforto, enquanto outros podiam furar a língua e causar sangramentos constantes. Para piorar, alguns tinham uma mordaça no final que, quando o dispositivo era usado, descansava no fundo da boca irritando a garganta. Os instrumentos podiam ser moldados como cabeças de animais para simbolicamente se referirem ao crime (por exemplo, asno tolo). As mulheres eram levadas pela cidade, em uma coleira, para as pessoas verem e saberem das suas transgressões. Se as agressões verbais não eram suficientes, as mulheres eram apedrejadas e espancadas pela população.




Fonte: Acontecimentos Históricos.